Muito além da rasteira dualidade d feio/bonito, a sombra pode representar uma face potente e d muita verdade sobre cada um d nos; Mas a coragem d validar o movimento q emergem segundos após tocar o solo lamacento do “fundo do poço”, fim da linha, desgraça completa, sede lugar ao medo. Medo d ser uma jornada longa e intempestiva, d revirar mais lixo do q belos predicados, d não ser suficiente só responsabilizar os pais hippies q ao longo da jornada se descreveram o combo egotrip-capitalista; E aí são dois caminhos: o da terceirização plena e efetiva do q fazer com traumas, dores, medos, entender seus gatilhos (um leque d vastidão – comida, compras, sexo, relações tóxicas, vínculos familiares opressores, submissão, completo desconhecimento sobre o q te faz bem/feliz (…); e o segundo do enfrentamento direto e eficaz, onde nada vai ser tarefa serena, vai precisar a regaçar as mangas e se dedicar (uns dias mais outros um pouco menos), vai ser o rolê da sua vida, mas a completude trás protagonismo, pode não “parecer recompensar” no inicio, mas minha amiga(o) é um investimento a longo prazo d envelhecer a sua melhor versão; Por isso, o hiato d escrita se deu pelas bandas d cá… uma longa jornada d juntar forças e seguir esta caminhada… nestas últimas semanas repleta d dor, exaustão, escassez d fé e esperança, de recolhimento p assentar a poeira e decantar os sentimentos. A solitude da auto observação traz muito movimento, p além da escrita ou da fala, p a vida q se acomoda dentro d nos, no desassossego d quem precisa encher os pulmões p abastecer cada célula e seguir um dia um pouco melhor q o anterior.

Agende sua sessão

Janaina Collar Beccon

Deixe um comentário