
O outro
Vc já se percebeu resolvendo com facilidade a vida d pessoas aleatórias?
Aquela simples e corriqueira opinião q nem foi solicitada ou até foi meio q revestida apenas d desabafo, onde a ação ofertada veio sucedida d: “Vc está reclamado, mas não percebe q isso nem é problema … a minha vida q tem problema (…)” Vc é muito exigente (…)” + variações depreciativas e q desvalidam o ser humano em qq aspecto d seus desejos. Destas duas afirmações há muitas variações e relatos, mas o enlace central é q obviamente é mais fácil resolver os problemas alheios, pelo simples fato de q vc não está implicado afetiva e fisicamente.
No tecer d vivências, traumas e dores q vão ganhando espessura ao longo da nossa existência, vc não vive está dor!
E aí só quem está ali – no ao vivo – tem a prerrogativa d superar ou permanecer sobre os escombros, negando plenamente q há naquele território dor e sofrimento.
Por isso menos palpite e mais acolhimento perante as dores do outro, são passos importantes p nosso pacto coletivo.
Lancemos proatividade conosco e para com os nossos processos!
Janaina Collar Beccon

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