
Florescer
Se comprometer em estar presente, no todo o dia (nos bons e nos não bons) estar disponíveis p e com o olhar do q pode ser extraído d determinada ação/fato/ato/fala e/ou emoção transbordante, é ato revolucionário; Mas tb desbravar o novo e o conhecido pode ser maravilhosamente exaustivo, romancear a adversidade pode parecer exercício funcional p muitos, mas querer impor p geral é arbitrário; Há dias d profunda gratidão, d colorido galático pela trivialidade e por um hj cheio d expectativas, estar e ter afetos no ordinário tb fortalece e gera completude;
“Mas o mundo tá muito ruim!”
Verdade …
Mas ele (o mundo) é composto por muita coisa e cada um d nos o compõem e tem muita responsabilidade no geral e p geral;
As vezes depois d maré d devastação/tristeza/incredulidade/desespero – cada um tem os seus – seja após assistir um telejornal, as demandas vastas do trabalho externo e/ou doméstico, é tudo tão difícil q não parece q vai “dar certo”. E talvez não vai mesmo;
Da disciplina positiva, da normalização da miséria como efeito colateral d um rumo q enriquece poucos, da banalização da violência no micro e no macro, e a lista segue com vastidão;
Mover e fomentar estas ações podem ser um ato individual, mas q coletivamente nos preparam p um novo mundo, florecer mesmo com tudo q tá rolando pode ser um ato revolucionário, no seu macro e micro espaço d vivência.
Janaina Collar Beccon

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