ABC da Psicanálise História Na passagem para o século XX, onde o solo escasso de ações e tratamentos em prol de pessoas acometidas por sintomas até então de cunho nervoso era restritos a médicos, onde qualquer variação era tida como não científica e praticada por filósofos, místicos e charlatões. Sigmund Freud, médico neurologista austríaco (1856/1939) e seus colaboradores sazonais cada qual com sua especificidade de formação e linha de pesquisa/interesse – reflexo de sua época – construíram pouco a pouco os fundamentos do que hoje estrutura-se como psicanálise. Ou seja, do que uma prática (marginalizada) considerada por muitos como não ciência, passa a ser o método que percorre não apenas continentes, mas o arcabouço de complexidades do que hoje chamamos de saúde mental. Com Freud e a hipnose de Jean-Martin Charcot, médico neurologista e cientista francês (1825/1893) implementaram um instrumento importante no estudo das neuroses, o qual Freud se uniu no princípio de suas práticas profissionais como neurologista, tal prática mais tarde seria substituída pela catarse de Josef Breuer, médico e fisiologista austríaco (1842/1925). Freud com sua trajetória dos estudos da mente, constrói uma pesquisa baseada em estudos de casos (hipnose e catarse), o que ao longo de poucos anos é substituído pela associação livre (e escuta flutuante), que válida a narrativa do analisando, o que para início do século XX, foi um ato revolucionário.

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Janaina Collar Beccon

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