Em uma sociedade que trata/atua/gerencia/estanca as questões de saúde mental se utilizando de políticas públicas que individualizam e silenciam o sofrimento, há produção de muitas coisas menos do cuidado em saúde;

 A forma como sofremos está ligada a sociedade em que estamos inseridos, ou seja, uma liberdade neoliberal, que Hegel nomeou lá no início do século XIX como “liberdade negativa”;

(…) as pessoas acham – do verbo acreditar – que são livres para fazer/ser o que querem e assim desejarem, o que não performa como realidade ampla;

Não haverá obstinação (em pról de felicidade) que sobreviverá sem o mínimo de segurança alimentar/educação/moradia e esta realidade produz sofrimento psíquico e um campo imenso de ansiedade social;

A Incapacidade de preservar macroestruturas de proteção social e redistribuição, produz um cenário de acirramento de desigualdades e concentração de riquezas (necropolítica);

Neste modelo de liberdade negativa o processo de precarização dos vínculos de emprego, cortar dinheiro de políticas sociais de emprego/renda/saúde/educação, é um projeto político;

(…) a corrosão da capacidade das pessoas poderem/conseguirem planejar a sua vida é eliminada, e o sujeito tem como realidade o desamparado o qual é produtor de numeras incertezas;

 As quais são enfrentadas como ações de ideários fascistas, envolvendo ações/perigo eminente e suas variações que englobam emoções revolucionárias, com conceitos sociais reacionários;

luta política requer pensamento crítico. Argumentação crítica não se confunde ou se resume a ter opiniões críticas, mas um pensar e repensar que procura entender esses processos discursivos de controle do coletivo que objetivam a produção do medo e a opressão;

Faça parte do Instituto Completude, vamos juntos propor reflexões e novos caminhos para o enfrentamento, vamos?

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Janaina Collar Beccon

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