Especialista em Cultura e Humanidade Digitais

É isso ai!

A nossa geração (início dos anos 80), foi a última que vivenciou o mundo estritamente analógico. 

– Pesquisa em enciclopédias;

– Telefone fixo;

– Cartas, selos e tempo de espera;

– Fronteiras reais 

E muitos dirão, que este tempo era melhor, enquanto outros dirão o oposto.

E aqui a discussão é território de disputa, democrático e subjetivo, ou seja, vai depender do narrador seu contexto pessoal, histórico, cultural e financeiro … mas a discricionariedade é o que traz combustão ao encontro, pavimenta com liquidez a multiplicidade que nos interessa.

Usando como anteparos as ciências humanas, saúde coletiva e psicanálise, percorremos uma análise sobre o tempo que vivemos, com regramentos democráticos e devaneio esperançosos de que estamos avançando, e por mais demorado que esteja sendo este processo estamos nesta direção, como compromisso, desejo e necessidade para continuarmos trabalhando. Ou seja, a passos curtos estamos fazendo do território que habitamos lugares mais afetivos, na habilidade de se estabelecer pavimentos e condições de escuta e meios de não apenas resistir, mas desejar ter, estar e fazer algo com as ferramentas e realidades a qual compomos.

E aí, o q vc acha? 

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Janaina Collar Beccon

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