
Não gosto da definição de “inteligência emocional”, por muitos motivos, mas principalmente pq não é algo material, um gabaritar de prova, a vida ao vivo requer muito mais do que adesão a um conteúdo performado e qualificado em um recorte da sua, da minha e das nossas vidas, ou seja, é um momento. Hoje sabemos um tanto mais q há 5 anos, assuntos e temáticas batem diferente em cada um de nós, mas a tentativa de construir uma narrativa que inteligência emocional, é só mais um produto na prateleira. Obviamente que muitas foram as frente de construção de força de trabalho com mentes blindadas, sabemos por que há milhares de registros ao longo da “evolução da humanidade”, da desumanização nas práticas militares, na prática do ensino à crianças/adolescentes, que objetivam, ainda hoje “preparam” as mentes brilhantes para um futuro de sucesso.
E nós aqui já damos indícios que:
1) Talvez muita coisa complique até este destino;
2) Talvez mesmo lá na frente (chegando neste pódio), o território de realização e ampla felicidade;
3) Talvez este seja um sonho em disparate, de quem investe e escolhe não é exatamente quem irá usufruir, pais/mães submetendo filhos aos seus sonhos.
4) Talvez (…)
Por isso, proponho pensarmos em bases construídas em alto padrão de humanidade
– Confiança em amplo espectro;
– De ser promoção e pertencer a uma rede de cuidado e afeto;
– De produzir falas (aquelas que se pensa antes de verbalizar) o que vou falar vai auxiliar ou só produzir radioatividade e destruição?
Para termos, sermos e construirmos antes de grandes gestos (que são importantes tb) precisamos promover dentro de nós, o espelhamento não acontece por sacanagem do universo, mas pq é ali que bate a dor e o atravessar de “coisas/fatos” que vc não quer/não está disposto/ou acha que não é seu papel resolver, mas talvez seja.
E aí, o q vc acha?
Janaina Collar Beccon

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