
A reflexão, a experiência, a adversidade, assim como o combo da felicidade elencado e percorrido por cada um de nós ao longo de um curto ou longo período precisa de tempo de contemplação, um decantar de afetos, emoções, sentidos que o DNA espelha a subjetividade das relações, mas também o tempo de silenciar, seja para pensar, refletir sobre o que foi dito/feito/sentido.
Mas quanto tempo dura? Nas engrenagens produtivistas, o tempo sempre é um protagonista.
Quando o novo se torna ultrapassado? Quando tudo tem taxação de validade, antes mesmo de ser desfrutado, de criar memórias e de termos construído algo familiar e afetivo, ou seja, antes de atravessarmos o portal do desconforto, daquelas conversas balizadoras nossas e com os outros, quanto tempo preciso para organizar as relações, demandas pessoais e profissionais…?
Plasticidade humana/emancipação: Iminência amadurecer/entender/avaliar com objetivo de gerar ação na performance de fazer/enfrentar/reagir e assim mudar a resposta perante algo/alguém que precisa de limites. A Modernidade líquida: aquela que construir e sustentar.
O saber é uma forma de emancipação, mas o saber que para quase nada nesta vida há uma única teoria/caminho, ou seja, um saber universal é sim é uma tecnologia de poder.
E aí, o q vc acha?
Janaina Collar Beccon

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